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Água

Água

O Brasil possui a maior reserva hídrica do planeta, com a concentração de 12% da água doce disponível em rios, e chuvas regulares cobrem 90% do território brasileiro durante o ano. Entretanto, essa oferta é distribuída de forma irregular.

A Amazônia, onde a população é menor, possui 78% da água superficial. Na região Sudeste, por outro lado, essa relação se inverte: apenas 6% do total de fontes hídricas está disponível para a região com maior concentração populacional do País.

A situação mais alarmante é a do Semiárido, onde as condições geográficas, econômicas e sociais geram graves problemas de acesso à água para a população que ali reside. Por suas características geográficas, o Semiárido brasileiro tem, de maneira geral, anualmente, um período de chuvas irregulares de 4 a 5 meses e uma estiagem de 7 a 8 meses.

É com base nestes indicadores de insegurança hídrica que a temática água tem sido um eixo importante no trabalho da Fundação Banco do Brasil. O investimento social no Semiárido se dá, principalmente, por meio da reaplicação de tecnologias sociais de captação e armazenamento de água da chuva que apoiam a mobilização das comunidades sertanejas na conquista da autonomia e convivência com a seca.

A premissa do cuidado ambiental e do uso sustentável dos recursos hídricos historicamente permeiam as ações da Fundação BB. Fruto de uma parceria entre Banco do Brasil, Agência Nacional de Águas (ANA), WWF-Brasil e Fundação Banco do Brasil, o Programa Água Brasil, criado em 2010, tem ações em todos os biomas e regiões brasileiras e busca disseminar práticas sustentáveis em bacias hidrográficas e centros urbanos, potencializando a reaplicação de tecnologias sociais.

Agroecologia

A agricultura orgânica de base agroecológica é cada vez mais reconhecida como modelo capaz de responder aos desafios de produzir alimentos saudáveis e de promover a soberania alimentar, ao mesmo tempo em que respeita a cultura de famílias que vivem desses sistemas produtivos e conserva os recursos naturais.

Ao mobilizar as comunidades para a preservação de seus biomas, multiplicando alternativas sustentáveis de manejo, é possível diversificar a produção e criar novas oportunidades de geração de renda no meio rural. Tais iniciativas contribuem não só para a produção de alimentos variados e sem uso de agrotóxicos, mas também para a expansão da comercialização e permanência do homem no campo.

A Fundação Banco do Brasil possui vasta experiência na reaplicação de tecnologias sociais e no estímulo às práticas agroecológicas junto a agricultores familiares e comunidades tradicionais. É uma das parceiras do Programa Ecoforte, que faz parte do Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo) e visa o fortalecimento e a ampliação das redes, cooperativas e organizações socioprodutivas e econômicas de agroecologia, extrativismo e produção orgânica.

São parceiros no Ecoforte: o BNDES, o Governo Federal, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Fundo Amazônia

Agroindústria

A agroindustrialização é uma das alternativas econômicas para a permanência dos agricultores familiares no meio rural. Tem como base a organização dos agricultores em cooperativas e associações, de modo a fortalecer a produção, o beneficiamento da matéria-prima e a comercialização. Assim, agrega-se valor aos produtos ao mesmo tempo em que se constrói um modelo de produção com base nos princípios da economia solidária, com desenvolvimento duradouro e sustentável, do cuidado ambiental e do respeito às culturas locais.

A Fundação Banco do Brasil atua junto a agricultores familiares, comunidades tradicionais, indígenas e quilombolas no fortalecimento de cadeias produtivas, especialmente na apicultura, cajucultura e mandiocultura. As cooperativas e associações das cadeias produtivas apoiadas são autogestionárias e fomentam a formação de redes de empreendimentos solidários buscando, cada vez mais, a sustentabilidade de suas atividades. Essas experiências levaram a Fundação BB a participar da elaboração do Programa de Agroindustrialização em Assentamentos da Reforma Agrária – Terra Forte.

O Terra Forte é implementado ao mesmo tempo em que se luta por avanços na política de acesso a terra, reconhecendo serem necessárias a inclusão socioprodutiva e a sustentabilidade econômica dos assentamentos. Os recursos do Terra Forte contemplam o apoio à diversificação da produção, infraestrutura, capacitação profissional, assistência técnica e comercialização.

A união de parceiros estratégicos e o diálogo com entidades representativas dos movimentos sociais do campo foram fundamentais para a criação do Programa. Também são parceiros do Terra Forte: o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Governo Federal, Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e Banco do Brasil. Reporte do Programa - atualizado em 31 de Outubro de 2016

Educação

A Fundação Banco do Brasil investe em projetos de educação para formação que é construída com o envolvimento das pessoas, a partir da ideia de que a educação emancipa e transforma. É por isso que a educação é um dos campos de atuação definidos no estatuto da Fundação BB desde o início de suas atividades, além de ser um dos vetores priorizados na estratégia de investimento social.

Atuando de forma transversal, os recursos têm sido aplicados tanto em programas como o AABB Comunidade, Inclusão Digital e o Projeto Memória, como em capacitações profissionais e de gestão de empreendimentos solidários de programas estruturados, como o Cataforte e Ecoforte. O objetivo é oferecer oportunidades de aprendizado e formação, com o aumento do potencial de empoderamento em prol da transformação social de suas comunidades.

O AABB Comunidade é uma tecnologia social que oferece complementação escolar para crianças e adolescentes da rede pública de ensino, com idades entre 6 e 18 anos incompletos. O Programa colabora para o aprendizado, a formação da cidadania, a inserção de temas relacionados à sustentabilidade ambiental e à saúde no dia a dia, mobilizando não só os participantes, mas a comunidade local e os governos municipais. O Programa, que é fruto de parceria entre a Fundação BB e a FENABB, é realizado nas AABBs de todo o País.

O Programa Inclusão Digital cria espaços de acesso às tecnologias da informação e comunicação e de formação de educadores sociais, em parceria com entidades locais e organizações do terceiro setor. O público-alvo é a juventude. A Estação de Metarreciclagem é outra iniciativa do Programa. Adolescentes e jovens são capacitados para o recondicionamento de computadores, que por sua vez são distribuídos para escolas, bibliotecas, centros comunitários, entre outros. Os resíduos eletrônicos são doados por governos, empresas e sociedade civil em ações de conscientização quanto ao descarte correto dos materiais e impactos no meio ambiente.

O Projeto Memória busca alcançar professores, alunos da rede pública de ensino, bibliotecas e centros comunitários. Trata-se de tecnologia social que pretende difundir a obra de personalidades que contribuíram significativamente para a transformação social, a formação da identidade cultural brasileira e o desenvolvimento do País.

Resíduos Sólidos

A Fundação Banco do Brasil, tem investido socialmente em programas e projetos que estimulem a mudança de comportamento e valores em relação à produção e destino dos Resíduos Sólidos. O gerenciamento correto destes materiais contribui para que a matéria-prima e os resíduos retornem ao processo produtivo, reduzindo o impacto do lixo no meio ambiente, gera renda, além de contribuir para a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos no meio urbano, em acordo com a Lei 12.305 de 02/08/2010.

O trabalho com a cadeia produtiva dos resíduos sólidos faz parte do planejamento estratégico da Fundação BB desde 2003, com investimentos em formação e capacitação para a autogestão; infraestrutura (galpões, máquinas, equipamentos, veículos); assistência técnica; assessoramento na consolidação de associações e cooperativas de catadores de materiais recicláveis; e fortalecimento de redes da comercialização. Essas ações promovem a inclusão social, a geração de trabalho, renda e educação, e apoio à melhoria das condições de trabalho.

Relacionado à temática dos resíduos sólidos, em 2007 nasceu o Programa Cataforte, quando a Fundação Banco do Brasil e o Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), por intermédio da Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes), formalizaram parceria para realizar investimentos sociais conjuntos em ações de capacitação e formação de catadores de materiais recicláveis. O Cataforte tem como objetivo fortalecer empreendimentos econômicos solidários e está em sua terceira fase de atuação (Cataforte III), fruto da parceria entre Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR), FBB, Petrobras, BNDES, Fundação Nacional de Saúde (Funasa), MMA, MTPS, Senaes e Secretaria de Governo da Presidência da República.