Agroextrativismo

Agroextrativismo

A Fundação Banco do Brasil  tem feito investimento social em projetos de exploração sustentável de atividades agroextrativistas para incluir comunidades de IDH baixo por meio de ações de geração de trabalho e renda, sem perder de vista a preservação dos diversos biomas do país. Os projetos visam atender prioritariamente aos povos e comunidades tradicionais representados por trabalhadores rurais, extrativistas, indígenas, quilombolas, geraizeiros, quebradeiras de coco, ONGs, entre outros.

Os emprendimentos da Fundação contemplam ações diretas relacionadas à organização social das comunidades, educação ambiental, técnicas de exploração sustentável e manutenção de redes de comercialização. As principais linhas de atuação são:

- Geração de renda e oportunidade de trabalho;
- Educação ambiental para jovens e adultos;
- Treinamentos, capacitações e assistência técnica em coleta sustentável de produtos extrativistas;
- Treinamentos e capacitações no processamento, envasamento, conservação e comercialização dos produtos e seus derivados e
- Organização social e suporte à gestão das associações e cooperativas constituídas.

Os principais produtos extrativistas incluídos pelos projetos são: baru, favela, pequi, babaçu, açaí, cagaita, umbu, mel, entre outros. A abrangência geográfica estende-se por todo o país, com especial atenção aos biomas cerrado, caatinga, floresta equatorial e em regiões do clima semiárido.

Entre as ações implementadas, destacam-se a exploração sustentável do artesanato com capim dourado no semi-árido do Jalapão/ TO; agroindustrialização do babaçu em assentamentos da reforma agrária em Porto Velho/ RO; agroindústrias de polpa de frutas do cerrado nas regiões norte e noroeste de Minas Gerais e o complexo de agroindústrias para produtos extrativistas do cerrado localizado em Goiânia/ GO.

Também na região do planalto central, a Fundação é parceira da Rede Cerrado, sediada em Brasília/ DF, criada em 1996 com a preocupação de enfrentar os problemas ambientais advindos do processo acelerado de expansão da fronteira agropecuária em áreas de Cerrado. Por meio de seu comitê gestor, representado por 21 entidades, coordena as ações educativas de uso sustentável dos frutos do cerrado e a sua comercialização em rede.

Além dos parceiros locais e prefeituras, a Fundação conta neste programa com os seguintes parceiros estratégicos:

Anything in here will be replaced on browsers that support the canvas element

Contador de páginas