Andar pelo semiárido cearense proporciona visões muito diversas. Mais diversas ainda são as formas que as pessoas encontram de superar os empencilhos que aparecem, mostrando que criatividade e força de vontade para o trabalho dão certo e mostram que a terra de todo o semiárido é boa sim para cultivar.
Entre serra, sertão e praia, o território da cidadania Vales do Curu e Aracatiaçu consegue nos mostrar a diversidade de soluções que podem surgir para a questão do cultivo. A microrregião, assim como o território do Sertão Central, foi beneficiada com projetos de Produção Agroecológica Integrada e Sustentável (PAIS), executados pelo Centro de Estudos do Trabalho e de Assessoria ao Trabalhador (CETRA) em parceria com a Fundação Banco do Brasil.
Cada um com suas especificidades:
Na região praiana dos municípios de Paraipaba, Trairi e Paracuru existe a questão a porosidade do solo, para o qual o sistema de gotejamento encontra algumas debilidades. Por outro lado, a umidade relativa do ar é mais alta. Se faz muito necessária também a adubação do solo com matéria orgânica por causa da porosidade e de uma possível salinidade, devido à proximidade com o mar, então os canteiros adubados foram uma boa solução; é bom também deixar o mato cobrindo a terra para o solo não sofrer erosão.
Meruoca já se encontra em cima da serra. Lá é uma Área de Preservação Ambiental (APA), então há tempos se deixou de queimar roçado. A terra é vermelha e mais consistente, parecida com o barro, além de muito úmida. A maior parte dos PAIS lá vão se misturando com a mata nativa que também é bem presente no quintal. O sistema de irrigação de gotejamento dá certo e ajuda na econ...
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Andar pelo semiárido cearense proporciona visões muito diversas. Mais diversas ainda são as formas que as pessoas encontram de superar os empencilhos que aparecem, mostrando que criatividade e força de vontade para o trabalho dão certo e mostram que a terra de todo o semiárido é boa sim para cultivar.
Entre serra, sertão e praia, o território da cidadania Vales do Curu e Aracatiaçu consegue nos mostrar a diversidade de soluções que podem surgir para a questão do cultivo. A microrregião, assim como o território do Sertão Central, foi beneficiada com projetos de Produção Agroecológica Integrada e Sustentável (PAIS), executados pelo Centro de Estudos do Trabalho e de Assessoria ao Trabalhador (CETRA) em parceria com a Fundação Banco do Brasil.
Cada um com suas especificidades:
Na região praiana dos municípios de Paraipaba, Trairi e Paracuru existe a questão a porosidade do solo, para o qual o sistema de gotejamento encontra algumas debilidades. Por outro lado, a umidade relativa do ar é mais alta. Se faz muito necessária também a adubação do solo com matéria orgânica por causa da porosidade e de uma possível salinidade, devido à proximidade com o mar, então os canteiros adubados foram uma boa solução; é bom também deixar o mato cobrindo a terra para o solo não sofrer erosão.
Meruoca já se encontra em cima da serra. Lá é uma Área de Preservação Ambiental (APA), então há tempos se deixou de queimar roçado. A terra é vermelha e mais consistente, parecida com o barro, além de muito úmida. A maior parte dos PAIS lá vão se misturando com a mata nativa que também é bem presente no quintal. O sistema de irrigação de gotejamento dá certo e ajuda na econ
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