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 parque Eólico Delfina Bahia 1157 por 605

imagem do site Enel Green Power

Iniciativa conecta o cuidado ambiental com a geração de renda

A Fundação Banco do Brasil e a Enel Green Power Brasil (EGP) se uniram para viabilizar a instalação de tecnologias sociais que irão conectar o cuidado com o meio ambiente e a geração de renda, promovendo o acesso à água de qualidade para 120 famílias que vivem no semiárido baiano. As comunidades participantes do projeto residem na área de influência do parque eólico Delfina, construído e operado pela EGP desde 2017.

Por meio do projeto Semiárido Sustentável - Desenvolvimento do Salitre, famílias de nove comunidades rurais de Juazeiro (BA) e Campo Formoso (BA) serão beneficiadas com a instalação de cisternas para armazenamento de água potável, fossas sépticas ecológicas e sistemas para reaproveitamento de água cinza, além de capacitação para melhor uso dessas metodologias.

A iniciativa reaplicará Tecnologias Sociais certificadas pela Fundação BB para a estocagem de água da chuva para consumo humano, especialmente para beber e cozinhar, limpeza das casas, produção de alimentos e criação de animais para consumo próprio e comercialização.

Tecnologias Sociais

55 cisternas com capacidade de 16 mil litros cada;
25 fossas sépticas ecológicas para a melhoria do saneamento básico na área rural e implementados;
60 sistemas de Bioágua para o reuso de águas cinzas (chuveiros e pias) que, após processo de filtragem, podem ser utilizadas para irrigar alimentos como tubérculos, frutíferas e forrageiras;
Público: 120 famílias de 9 comunidades rurais, 5 escolas públicas;
Cidades: Juazeiro (BA) e Campo Formoso (BA).

 Fernando Lassalvia   dir CIB 150 por 210

Na área negocial, o Banco do Brasil tem uma relação muito sólida com a Enel, que é a maior empresa privada do setor elétrico brasileiro, com atividades nas áreas de geração, distribuição, transmissão e comercialização de energia. “Nosso relacionamento com a Enel é forte e estreito. Somos o banco centralizador da cobrança do grupo, com mais de 6 milhões de boletos por mês. Além disso, temos arrecadação, débito automático, fiança internacional de mais de R$ 50 milhões e uma margem de contribuição que alcança R$ 2,5 milhões por mês. Um relacionamento bastante robusto que nos abre portas para fechar parcerias como esta com a Fundação BB”, ressalta Francisco Lassalvia, diretor de Corporate and Investment Bank no BB.

Manejo sustentável da terra e das águas

 Leonardo caso   ger contas Large Corporate 150 por 192

O escopo do projeto realizado pela EGP e pela Fundação Banco do Brasil será executado pela  AVSI Brasil, uma organização brasileira dedicada a melhoria das condições de vida de pessoas que vivem em situações de vulnerabilidade com a qual tanto a Fundação BB como a Enel já tinham uma parceria. “Ao conectarmos o BB, Enel, Fundação BB e AVSI, juntamos forças para tirar do papel esse belo projeto em que o BB apoia um grande cliente extrapolando o escopo das soluções financeiras”, conta o gerente de relacionamento Leonardo Caso, responsável pela conta da Enel no escritório Large Corporate Rio de Janeiro.

A partir da implementação do projeto, também será realizado durante um ano o monitoramento das etapas de plantio, manejo e colheita em três unidades micro produtivas agropecuárias da região, com orientação para que as famílias façam uso adequado do solo e das águas.

 Rogério Biruel   dir Fundação BB 150 por 195

Rogério Biruel, diretor de Desenvolvimento Social da Fundação Banco do Brasil, destaca que “as tecnologias sociais reaplicadas irão transformar a realidade das famílias beneficiadas. Esta parceria com a Enel é muito importante para a Fundação BB, uma vez que promove o desenvolvimento sustentável da região onde a empresa atua, cuidando do meio ambiente, gerando trabalho e renda e melhorando a da qualidade de vida das comunidades".

Sobre a Fundação Banco do Brasil

A Fundação BB é o braço social do Banco do Brasil. Há 36 anos, contribui para a transformação social dos brasileiros e com o desenvolvimento sustentável do país. Por meio da parceria com instituições privadas, públicas e do terceiro setor, são apoiados projetos e ações em 5 programas estruturados - Educação para o Futuro, Meio Ambiente e Renda, Voluntariado, Tecnologia Social e Ajuda Humanitária - que promovem a geração de trabalho e renda em todas as regiões do Brasil. Clique aqui e acesse as principais realizações da instituição em 2021.

Publicado em Notícias
Quarta, 01 Abril 2020 12:00

Mulheres se destacam no voluntariado

Portal Interno Voluntariado

O perfil dos voluntários no país é em sua maioria de mulheres, afirma pesquisa do IBGE

Consideradas mais altruístas, empáticas e comprometidas, as mulheres têm feito jus aos atributos que lhes dão ao mostrar que são elas as que mais encontram um espaço na agenda para se dedicar ao voluntariado. De acordo com a pesquisa “Outras Formas de Trabalho 2018”, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 7,2 milhões de pessoas que realizam trabalho voluntário, 5,0% são mulheres, enquanto eles representam 3,4%.

Para Silvia Maria Louzã Naccache, consultora e palestrante em voluntariado, a mudança de comportamento por parte das mulheres é gradativamente perceptível na última década. “As oportunidades de atuação para o voluntariado se transformaram muito nesses 10 anos e as pessoas perceberam que além de doar tempo, energia e amor, também podem compartilhar seus talentos driblando até mesmo a distância. Mas o mais importante é que mesmo as mulheres sendo mais ocupadas, elas têm encontrado uma causa para se dedicar. E, em questão de tempo, o interesse e a participação de homens e mulheres serão bem mais equilibrados”, destaca.

Encontrando uma missão

Mesmo sendo muito interessada desde jovem às causas sociais, Quéli Gonsalves, escriturária do Banco do Brasil, em São Gabriel (BA), desde 2011, não escolheu o projeto pelo qual queria se dedicar, mas sim foi escolhida e de uma maneira inusitada em 2019. “Na época, o presidente da Fundação Culturarte chegou à agência onde trabalho em busca de patrocínio. O gerente explicou para ele que o Banco apoiava projetos por meio da Fundação Banco do Brasil. Logo nós abrimos o site e vimos que havia um edital para seleção de projeto. E, foi aí, com o apoio do André Oliveira que me voluntariei”, relata.

O projeto “Inclusão Produtiva em Eventos Culturais no Sertão da Bahia”, que atua em São Gabriel (BA), visa a qualificação da produção cultural em suas diversas linguagens, apoiando artesãos, artistas plásticos, músicos e demais produtores criativos, para fins de criar oportunidades de geração de emprego e renda. O projeto foi pensado no contexto dos eventos culturais da região, a partir da experiência da Culturarte com a realização da Cantoria de São Gabriel, há quase 30 anos.

E o melhor é que o projeto contempla mulheres, garantindo cinquenta por cento das vagas nas formações para este público. Além de assegurar a participação da juventude, priorizando na formação no campo do audiovisual vagas para o público de 16 a 29 anos.

Foi nesta iniciativa que Quéli pôde sair da sua zona de conforto e voltar o seu olhar para o outro. “Ali, eu me senti uma pessoa socialmente necessária a partir do entendimento de que cada pessoa é importante e todos nós temos algo a oferecer. Não devemos ficar inertes frente a situações que nos incomodam dentro da nossa comunidade (ou até mais amplamente)”, compartilha.

Quando perguntada sobre como enxerga as mulheres no voluntariado, ela conclui que esse cenário pode variar de uma região do país para outra. “Aqui no território de Irecê (BA) eu noto uma forte presença masculina em ações voluntárias. O estigma de que certas tarefas, como os serviços domésticos e os cuidados com a família, são tarefas essencialmente femininas, pode nos restar pouco tempo para outras atividades. Já em outras regiões pode ser que a sensibilidade feminina as impulsione para atividades voluntárias, mais que aos homens”, finaliza.

Publicado em Notícias
Quinta, 13 Fevereiro 2020 15:30

Feira de Mulheres Negras agita Cachoeira (BA)

Portal Interno Feira de Mulheres

Evento promove a valorização do artesanato local e fortalece a identidade e autonomia das mulheres

A tradicional festa de Yemanjá que reúne todos os anos uma multidão de admiradores foi o cenário escolhido por um grupo de artesãs, quilombolas rurais e urbanas, marisqueiras, pescadoras e jovens negras nos mais variados segmentos socioculturais para movimentar o comércio da cidade Cachoeira (BA), no último fim de semana.

A Feira de Mulheres Negras reuniu trabalhos de 30 integrantes do Coletivo de Mulheres Negras, no Jardim do Faquir, em frente à Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB). O evento foi criado com o objetivo de promover a inclusão social, geração de renda, assim como preservar e fortalecer a cultural e a autonomia das mulheres. O evento foi realizado pela Secretaria de Assistência Social e pelo Coletivo de Mulheres Negras, com o apoio da Cáritas Brasileira, Fundação Banco do Brasil e da UFRB.

Programada para acontecer quinzenalmente, a feira das mulheres exibe o que há de mais bonito no artesanato da região – bordados diversos, bonecas, quadros, tapetes, crochê, flores, joias e bijuterias, além de alimentos regionais biscoitos, bolos, azeites e mel.

“Trabalhamos com mulheres com idades variadas entre 22 e 60 anos que têm muitos talentos e que sonham positivo, porque elas querem ampliar suas produções. Pretendemos realizar duas feiras no mês e em todas as festas culturais da cidade. Nosso objetivo também é estender a parceria para fortalecer o processo de produção das mulheres”, destacou Adriana Silva, secretária de assistência social do município.

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